30 maio, 2016

Pela Própria Natureza


Brasileiros,

A foto acima não é nos EUA, no Canada, nem na Europa. Também não é na Nova Zelândia nem na África do Sul. A foto acima é brasileira, o solo nela é nosso, as plantas, as pedras, o céu, a água são nossos. O estado natural e intocável dela ainda são preservados com muito esforço por nós.

Esta foto acima, acredite, é na divisa entre Minas Gerais e Rio de Janeiro, no Parque Nacional de Itatiaia. O que isso significa? Bom, como diria Mario de Andrade "(...) Brasileiros, chegou a hora de realizar o Brasil".

O Brasil só vai conseguir preservar áreas como a de Itatiaia, se pararmos de achar que a floresta do vizinho é mais bonita, garanto, muitos não chegam nem perto, outros chegam, mas mesmo assim ninguém tem tamanha diversidade de biomas, fauna, flora como nós.

Conheça o Brasil, pois ele agradece.

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Victor Chahin - Fotógrafo de Natureza
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15 outubro, 2014

Idá ao Rio Cristalino

Visão privilegiada no alto da torre.
    As margens do Rio Cristalino, acordamos pouco antes do sol nascer, em meio a uma intocável floresta amazônica. Os sons da noite se fundiam com os da manhã. Tomamos um café reforçado. Ainda sem a luz do sol, embarcamos em um pequeno barco de alumínio e, com um vento gelado, fomos até a outra margem. 
    A luz do amanhecer já começava a querer brilhar, com o equipamento ainda nas mochilas, andamos pouco mais de 1km na mata, até uma torre de ferro a 40 metro do chão da floresta. Subimos. E la no alto era possível o ver mundo verde e, também, fotografar de perto espécies que não vivem nas partes baixas da floresta.  
    Foi no Cristalino Jungle Lodge, em Alta Floresta-MT, lugar paradisíaco, que Rafael Fortes e eu passamos sete dias fotografando. A Reserva Particular do Patrimônio Nacional Cristalino possuí 11.399 hectares de floresta amazônica no seu mais puro estado natural (a infraestrutura foi construída em apenas 2 hectares da reserva). O rio de águas escuras, que corta a reserva, tem aproximadamente 110km de comprimento. Apesar da coloração o nome Cristalino refere-se a pureza e preservação desse afluente do Rio Teles-pires. 

Final de tarde. Garça-real em um tronco entre as margens do Rio Cristalino 
    No topo da floresta conseguimos fotos de espécies de aves, que sem a torre, não seriam possivelmente fotografadas. A exemplo do Anambé-de-coroa (Iodopleura isabellae), que apesar do nome falar em coroa, a verdadeira jóia dele esta por debaixo das asas, um roxo brilhante, possível de ver apenas quando movimenta-as.

Anambé-de-coroa (Iodopleura isabellae)
   Na torre também vimos, as cores do Brasil, o verde e o amarelo, representadas em uma simpática Marianinha-de-cabeça-amarela (Pionites leucogaster), pousada em um árvore muito próxima a nós.

Marianinha-de-cabeça-amarela (Pionites leucogaster)

     As trilhas da reserva são encantadoras, cheias de animais, sons e plantas das mais diversas. Contudo há humidade alta, calor, mosquitos e mutucas, que apesar de incômodos, não impendem o andar e muito menos o fotografar. Continuar em frente faz parte da busca. 

Fotografada em uma das trilhas da RPPN
   Chegar sem fazer barulho e mais camuflado possível ajuda na hora de fotografar o ilustre Coroa-de-fogo (Heterocercus linteatus), pois essa ave costuma viver sempre em um limitado território, o qual comanda e, quando fora de perigo, se mantém próximo ao solo. No caso da foto o indivíduo mora próximo a margem do Rio Cristalino

Coroa-de-fogo (Heterocercus linteatus) mostrando sua coroa vermelha.
               
            "A compaixão para com os animais é das mais nobres virtudes da natureza humana". - Darwin








04 outubro, 2014

As Linhas

     Uma ou mais linhas estéticas em uma foto, podem fazer um assunto simples transforma-se em arte.  São elas os detalhes, que conduzem o olhar do espectador pela foto, fazendo a mente fluir em pensamentos enquanto observa a imagem.
     Linhas diagonais, onduladas, retas, de cima pra baixo etc. Todas elas, não necessariamente juntas, fazem da foto algo interessante para o olhar. Não podemos, contudo, nunca dizer que são elas o único motivo que diferencia uma foto boa de uma ruim,  pois a fotografia é uma combinação de detalhes diversos, envolvendo sempre o fotógrafo, sua câmera e o assunto fotografado.
     Tentar explicar com palavras o que é de propriedade do sentido da visão é difícil. Uma foto traz infinitas mensagens, sendo difícil conseguir achar uma palavra que a defina. Justamente por isso, explicar o que são as linhas na fotografia, sem colocar exemplos é tanto quanto complicado.

    A primeira foto retrata diversas linhas, raízes se entrelaçando de forma, talvez, confusa. Contudo, o olhar sempre se foca em alguma linha específica e tende a segui-la.



     Nesta foto abaixo, a linha principal é a do tronco grosso, que sai do canto esquerdo, fazendo uma curva suave, até o canto médio direito. A ave empoleirada (Jacutinga), tem um papel importantíssimo, pois ela quebra a continuidade do olhar, por ser algo "inesperado"; no mundo da fotografia esse processo chama-se "Punctum", sendo ele tão essencial na fotografia quanto as linhas, mas farei outro post sobre o tal em breve.


     Abaixo: galho fino, ondulado, conduz o olhar de ponta a ponta, mas o espectador faz um pausa na libélula, que como na foto anterior, trata-se do "punctum". Destacasse nesta foto, além do galho ondulado, outras linhas: uma preta na diagonal no canto esquerdo e plantas fora de foco no canto direito. 





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São Paulo-SP
Amazônia, belezas naturais de São Paulo, linhas na fotografia, Victor Chahin

22 setembro, 2014

Os detalhes

     A fotografia é dependente da luz, mas nem a melhor luz faz uma boa foto. O fotógrafo em essência tem que ser um caçador incansável de detalhes e ter sempre um olhar aguçado para ver e reparar o ambiente qual o cerca. O mestre em fotografia, Araquém Alcântara, sempre destaca em seus pensamentos sobre a arte fotográfica, a importância do constante exercício do ver, e mesmo que sem a câmera, é importante estar imaginando fotos, ângulos e luz ideal.
    Acreditar sempre na foto e não desistir dela, mesmo que demore horas, dias, com condições adversas é outro ponto essencial, pois quando visto o detalhe, que pode se transformar em arte em suas lentes, é preciso ter paciência, mudar o ângulo, aproximar, distanciar e usar os recursos possíveis para conseguir o êxito previsto pelo fotógrafo. 
    A experiência do olhar pode ser aperfeiçoada com um vasto repertório de livros, conhecendo obras de fotógrafos, musicas e artes em geral. Mas sempre é importante não esquecer que cada um trás em suas fotos algo subjetivo, uma marca, e com o tempo todos nós devemos desenvolver um estilo diferente e jamais visto.
    
     As fotos abaixo foram todas feitas na Serra da Bocaina, no estado do Rio de Janeiro, nelas busquei me empenhar ao máximo para conseguir o melhor instante para a foto.





     "O olhar do fotógrafo está constantemente avaliando. Um fotógrafo pode captar a coincidência de linhas simplesmente ao mover a cabeça uma fração de milímetro. Pode modificar a perspectiva com um leve dobrar de joelhos. Ao colocar a câmara próximo ou distante do objeto, o fotógrafo pode desenhar um detalhe - ao qual toda a imagem pode ficar subordinada ou ainda que tiranize quem faz a foto. De qualquer modo, o fotógrafo compõe a foto praticamente na mesma duração de tempo que leva para apertar o disparador, na velocidade de um ato reflexo". - Henri Cartier-bresson em O Instante Decisivo 





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Belezas naturais de São Paulo.



09 agosto, 2014

Surge uma Arara

Eram por volta das 10 horas da manhã em um silencioso remanescente da Floresta Amazônica, próximo as margens do Rio Cristalino, em Alta Floresta-MT. Fazia um calor de 35 graus; a mata inteira descansava de mais um amanhecer movimentado e disputado.
Posicionados em uma torre de observação, no meio da mata, a 30 metros de altura, podíamos ver o horizonte; nele o verde das copas das árvores se encontravam com o azul do céu. Tudo muito quieto, estava. Tentávamos imaginar toda a biodiversidade, que vivia por debaixo daquelas imensidão verde. Olhávamos para todos os lados, contemplando o que deveria ser eterno.
 Foi quando o horizonte trouxe, solitária a voar, uma linda Arara-canindé; seus gritos quebravam o silencio da mata e seu azul e amarelo traziam novas cores para o momento. Então a fotografia começou a entrar em cena, mas antes do primeiro clique, veio a imaginaçao, o desejo do fotógrafo de que aquela ave voando, pousa-se em um determinado galho próximo a torre, onde a luz estava perfeita.
A Arara veio se aproximando de frente, ao chegar próxima a torre, começou a circular, como estivesse a procura de algum lugar para descanso. E como um sonho, ela estava la, pousada exatamente no galho imaginado. Parecia que o acaso do momento era na verdade algo ensaiado. E sem esperar muito, começamos a fotografa-la.
Quando tudo não parecia poder ficar melhor, a natureza mostrou conseguir transformar um momento belo, em mágico, pois minutos após a Arara pousar, um bando de outras 5 chegou, circulou a torre e pousaram em galhos próximos.
A foto. Araras são aves grandes e podem ser muito agitadas, nesse dia, elas pareciam disputar o melhor lugar para ficar, e ficavam brigando para ver quem conseguia. Foi nessa disputa, em que consegui esta foto, a qual valeu o dia.



"O verdadeiro fotógrafo da natureza, como de resto qualquer fotógrafo, deve escolher o caminho com o coração e nele viajar incansavelmente, contemplando como pessoa inteira tudo o que é vivo. Absolutamente íntegro, sem propósito a alcançar, sem submissão a regras e fórmulas, sem necessidade de parecer brilhante ou original. Só assim, autêntico e livre, pode captar o espírito criador em movimento e criar coisas belas”. Araquém Alcântara



São Paulo-SP,  9 de agosto de 2014. 


Belezas naturais de São Paulo.

03 junho, 2014

Salvem o Tanquã! - A proposta de construção de uma barragem, no Tanquã, ameaça causar impactos no ecossistema e prejudicar vida de moradores locais.

    Imaginem especies incríveis de aves, peixes e mamíferos sendo praticamente decimadas de um local considerado um refugio para a vida. Imaginem também, moradores ribeirinhos sendo diretamente prejudicados. É exatamente esse o temível destino do maravilhoso Tanquã. 
     Localizado próximo a cidade de Piracicaba-SP, o bairro Tanqua, é reconhecido como o "Pantanal Paulistano" por sua enorme concentração de especies de aves aquáticas, as quais sobrevivem a anos em uma lagoa limitada devido a antropomorfização do ambiente. A construção da barragem selaria o caixão dessas aves e outras especies, pois não teriam para onde fugir, quando as margens do Tanquã começarem desaparecer.
     Com Rafael Fortes, guia especializado em aves, fui conhecer esse refugio da vida no mês de março de 2014. Como inúmeros locais do Brasil, o Tanquã, me limitada a fala, pois não a palavras que descrevam o local. Portanto, esse é um dos motivos pelos quais, para sempre me ajudar a descrever o local, levo uma câmera.
      Uma das especies mais raras que pode se extinguir da região é o Socoí-amarelo (Ixobrychus involucris). Essa ave nos permitiu uma aproximação incomum e pudemos observa-la caçando pequenos peixes por longos minutos.
   
   

30 novembro, 2013

Analisando e Revendo algumas Fotos

   Nesse mês de Novembro não fui muito fotografar pelas trilhas desse Brasil, porém o tempo em casa da oportunidades de analisar e rever minhas fotos com calma. Assim consegui fazer uma seleção de fotos para fazer este "post".
   As fotos que selecionei não são só de um local específico e sim de vários biomas brasileiros e de diferentes anos.
   A primeira foto que coloco neste post 'e de um casal de Barbudo-rajado(Malacoptila striata), que 'e uma espécie bem calma, o que permite uma boa aproximação. Seu habitat 'e predominantemente de Mata Atlântica e essa foto foi feita no Parque Estadual de Intervales.




   Na mesma viagem fotografei uma cobra, que acredito que seja a Coral-falsa, sua beleza 'e impar, com uma vermelho intenso e que cria um incrível contraste com o solo da mata.



    A espécie que sempre tive sonho de ver era a Mocho-diabo(Asio stygius), e foi justamente em Intervales que a fotografei um belo exemplar dessa coruja.


    
    No Parque Nacional de Itatiaia, apesar do tempo frio e úmido, consegui fotografar, com ajuda do amigo e guia Rafael Fortes, algumas belíssimas espécies de aves, alem de algumas paisagens maravilhosas.
    O Jacuaçu (Penelope obscura) 'e uma ave que no inverno costuma frequentar as proximidades das pousadas do parque a procura de alimento fácil, assim facilitando sua localização e a oportunidade de fotografa-la.


   
   As paisagens de Itatiaia são uma das mais belas que já vi e sempre dão oportunidades para fotos.



   Passei também pelo álbum de fotos do Parque Nacional do Pantanal de 2011, onde fiquei 7 dias fotografando, com um grupo de fotógrafos. Durante essa viagem, tirei muitas fotos, porém vou colocar apenas algumas que selecionei. 
   Essa árvore era vista de longe por sua cor e seu porte diferentes das outras ao seu redor.



   Um lindo casal de Papagaio-verdadeiro (Amazona aestiva) estava descansando em uma árvore alta. Sendo assim não perceberam minha aproximação para fazer a foto. Essa ave 'e uma das que mais sofrem com a violência do tráfico de animais silvestre no Brasil, pois ainda existe pessoas que o compram de forma ilegal. (www.sosfauna.org/trafico.php)


   
    O Mutum-de-penacho (Crax fasciolata) 'e uma espécie que vive no chão das florestas e há registros dela em três biomas brasileiros Pantanal, Amazônia e Cerrado. A ave da foto 'e uma fêmea.


   Impossível não rever as fotos da viagem que fiz a Amazônia, esse ano, para a região de Presidente Figueiredo-AM.
   Como essa de um Bicho-preguiça (Bratypus variegatus), que foi achato por um amigo do Ibama, quando tentanva atravessar uma rodovia.



   A cachoeira da Pedra Furada esta localizada nas proximidades da cidade de Presidente Figueiredo. E após alguns minutos de trilha já 'e possível ouvir o barulho forte da água.


   
     Agora no mês de Dezembro e Janeiro pretendo viajar para trazer novas fotos para publicar aqui. Obrigado a todos. (:
    
               “A câmera é um instrumento que ensina as pessoas a ver sem uma câmera. -Dorothea Lange


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23 setembro, 2013

Coloridas e maravilhosas

     As cores de algumas aves sempre impressionam, e foi durante viagens que fiz 'a Ubatuba, Itatiaia e a São Luís do Paraitinga, que essas maravilhosas aves do nosso Brasil me deram oportunidades de fotografa-las e contempla-las. 
    Para algumas espécies de aves, os machos apresentam cores que se destacam perante as das fêmeas, quando isso ocorre, chamamos de dimorfismo sexual.
   Assim sendo, a competição por parceiras entre eles ocorre principalmente através da beleza de suas penas, pois isso 'e sinal de um macho fértil e saudável.
    Preparei uma sequência de fotos que fiz durante essas viagens, para demostrar algumas dessas coloridas e maravilhosas aves brasileiras.
Saira-sete-cores (Tangara seledon)
   A foto abaixo, foi tirada em um momento especial, no qual a ave fez um movimento com a cabeca, dando harmonia a imagem.

saíra-ferrugem (Hemithraupis ruficapilla)
   Outro momento especial, no qual esse lindo Beija-flor, que pode ser observado em Ubatuba-SP, fez um lindo movimento ao se assustar com outra ave.
 Topetinho-verde (Lophornis chalybeus) 
Tiê-sangue (Ramphocelus bresilius)

O nome Bandeirinha pode ser interpretado facilmente por suas cores amarela, verde e azul da bandeira nacional.





  "A camera faz todo mundo um turista na realidade de outras pessoas e, eventualmente, na propria" - Susan Sontag


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01 julho, 2013

Amazônia - Galo-da-serra

     A ansiedade era intensa, a paciência era necessária. Entre chuvas torrenciais e um forte calor, havia a esperança de que a Floresta Amazônica mostraria uma de suas maiores belezas. 
     Nesses cinco anos de trilhas pelo Brasil sempre sonhei que um dia conseguiria ver o grandioso Galo-da-serra (Rupicola rupicola); uma ave rara, belíssima e restrita a um certo local, encanta com sua tamanha beleza. 
   Um dos melhores lugares e talvez um dos únicos, para ver essa ave, 'e em Presidente Figueiredo-AM. Localizado a 100km de Manaus, essa pequena cidade, 'e cercada por um ambiente amazonense de terra firme, e 'e justamente em um ponto preciso dessa mata, que esta o local de cortejo do Galo-da-serra (Rupicola rupicola).
   Após 3 horas de cansativa espera, a mais bela ave do Brasil (minha opinião), pulou para um galho próximo ao chão, e foi nesse momento, que fotografei essa singularidade de nosso Brasil.



     Alem do Galo, fotografei um grupo de 3 Maracanãs-do-buriti(Orthopsittaca manilata); uma especie barulhenta e animada, que todas as manhãs passam voando em enormes bandos, gritando e acordando toda a floresta.



     Os anfíbios estão sempre presente em uma floresta tropical, e um deles deu uma boa oportunidade para ser fotografado.



     As cachoeiras na Amazônia, ao contrario da Mata Atlântica, são raras, pois não há muitos locais com variacoes de altitudes significativas para formar cachoeiras, porem tive o privilégio de fotografar uma cachoeira de grande volume d'Água.



    Uma espécie de Bicho-preguiça, foi salva em uma rodovia por um funcionário do IBAMA, que deixou fotografar o mamífero enquanto era devolvido a natureza.



    Esse foi um breve post sobre minha viagem a' Amazônia, daqui alguns dias colocarei dois novos posts, um do Parque do Zizo e outro de uma viagem que fiz ao sul da Bahia.